Turismo do NE mais divulgado nos E.U.A
Preparar o Nordeste para atrair mais turistas norte-americanos e prestar um serviço de qualidade aos estrangeiros que chegam à região. Estas foram as principais definições do seminário Estados Unidos: um novo mercado para o Nordeste, promovido semana passada pela Secretaria de Turismo de Pernambuco.
O seminário, que foi aberto pela presidente da Embratur, Jeanine Pires, reuniu os secretários de turismo da Bahia (Domingos Leonelli), da Paraíba (Roberto Braga), do Rio Grande do Norte (Fernando Fernandes) e de Alagoas (Virgínio Loureiro, que acumula o cargo de presidente da fundação CTI Nordeste). O secretário Silvio Costa Filho e o presidente da Empetur, José Ricardo Diniz, representaram o Estado. Executivos das companhias aéreas Delta Airlines e American Airlines e representantes do setor produtivo também compareceram ao evento.
“Este é um momento fundamental para todos nós. Precisamos discutir estratégias articuladas, pensando uma divulgação do Nordeste como um todo para o mercado norte-americano”, disse o secretário Silvio Costa Filho na abertura do seminário. Jeanine Pires reforçou o discurso de Silvio Filho, explicando que o Nordeste deve adotar uma estratégia compartilhada para conquistar o mercado dos EUA. “Se cada um for para um lado, pensando apenas em si, os vôos podem ficar inviabilizados e aí todos perdem”, afirmou.
Ela sustentou o discurso com números, mostrando resultados de pesquisas que mostram que o turista norte-americano quando chega ao Brasil permanece, em média 17, dias. O gasto médio diário destes turistas é de US$ 202. “Para trazermos mais americanos precisamos desmistificar a imagem do Nordeste como sendo um lugar longe e caro”, definiu.
Jeanine acredita que ainda é cedo para avaliar a crise econômica que abala o sistema financeiro dos EUA. Para ela são necessários mais dados para que uma análise aprofundada possa ser feita. “Ainda assim eu acredito que com o recuo das commodities o impacto será menor”, observou. Silvio Costa Filho aposta que a alta do dólar dos últimos dias irá deixar o Brasil mais atraente para os norte-americanos. Outro fator a ser levado em conta, apontou o secretário, é o turismo interno. “Os brasileiros vão viajar mais por dentro do país. É um filão importante que precisamos aproveitar”, disse Silvio Costa Filho.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, mostrou as potencialidades do porto de Suape, o maior porto público do Brasil. Segundo Bezerra Coelho, a chegada de novos investimentos em Suape vão alavancar o turismo de negócios, especialmente nas novas rotas comercias com os Estados Unidos.
Durante a tarde, Silvio e os outros secretários formaram um painel para debater estratégias conjuntas de divulgação do mercado norte-americano. “Nós na Paraíba não temos vôos internacionais, mas comemoramos muito o fato dos nossos vizinhos terem ganho novas freqüências, porque isto será bom para a nossa economia”, analisou o paraibano Roberto Braga.
Silvio Costa Filho lembrou a lógica da fundação da Sudene, idealizada por Celso Furtado. “Os países europeus uniram-se nos anos 80 para fortalecer seus mercados e economias. Na década de 60 Celso Furtado já defendia este modelo, que passou décadas esquecido. É hora de retomarmos esta união, que passa obrigatoriamente pela indústria do turismo”
Assessoria de Imprensa/Secretaria de Turismo de Pernambuco
O seminário, que foi aberto pela presidente da Embratur, Jeanine Pires, reuniu os secretários de turismo da Bahia (Domingos Leonelli), da Paraíba (Roberto Braga), do Rio Grande do Norte (Fernando Fernandes) e de Alagoas (Virgínio Loureiro, que acumula o cargo de presidente da fundação CTI Nordeste). O secretário Silvio Costa Filho e o presidente da Empetur, José Ricardo Diniz, representaram o Estado. Executivos das companhias aéreas Delta Airlines e American Airlines e representantes do setor produtivo também compareceram ao evento.
“Este é um momento fundamental para todos nós. Precisamos discutir estratégias articuladas, pensando uma divulgação do Nordeste como um todo para o mercado norte-americano”, disse o secretário Silvio Costa Filho na abertura do seminário. Jeanine Pires reforçou o discurso de Silvio Filho, explicando que o Nordeste deve adotar uma estratégia compartilhada para conquistar o mercado dos EUA. “Se cada um for para um lado, pensando apenas em si, os vôos podem ficar inviabilizados e aí todos perdem”, afirmou.
Ela sustentou o discurso com números, mostrando resultados de pesquisas que mostram que o turista norte-americano quando chega ao Brasil permanece, em média 17, dias. O gasto médio diário destes turistas é de US$ 202. “Para trazermos mais americanos precisamos desmistificar a imagem do Nordeste como sendo um lugar longe e caro”, definiu.
Jeanine acredita que ainda é cedo para avaliar a crise econômica que abala o sistema financeiro dos EUA. Para ela são necessários mais dados para que uma análise aprofundada possa ser feita. “Ainda assim eu acredito que com o recuo das commodities o impacto será menor”, observou. Silvio Costa Filho aposta que a alta do dólar dos últimos dias irá deixar o Brasil mais atraente para os norte-americanos. Outro fator a ser levado em conta, apontou o secretário, é o turismo interno. “Os brasileiros vão viajar mais por dentro do país. É um filão importante que precisamos aproveitar”, disse Silvio Costa Filho.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, mostrou as potencialidades do porto de Suape, o maior porto público do Brasil. Segundo Bezerra Coelho, a chegada de novos investimentos em Suape vão alavancar o turismo de negócios, especialmente nas novas rotas comercias com os Estados Unidos.
Durante a tarde, Silvio e os outros secretários formaram um painel para debater estratégias conjuntas de divulgação do mercado norte-americano. “Nós na Paraíba não temos vôos internacionais, mas comemoramos muito o fato dos nossos vizinhos terem ganho novas freqüências, porque isto será bom para a nossa economia”, analisou o paraibano Roberto Braga.
Silvio Costa Filho lembrou a lógica da fundação da Sudene, idealizada por Celso Furtado. “Os países europeus uniram-se nos anos 80 para fortalecer seus mercados e economias. Na década de 60 Celso Furtado já defendia este modelo, que passou décadas esquecido. É hora de retomarmos esta união, que passa obrigatoriamente pela indústria do turismo”
Assessoria de Imprensa/Secretaria de Turismo de Pernambuco
