Eduardo e Lula dão início à produção de navios em Suape
Pernambuco começa a se consolidar como o berço da retomada da indústria naval brasileira. Esta semana o Presidente Lula e o Governador Eduardo Campos estiveram em Suape para dar início ao corte das primeiras chapas de aço que serão utilizadas na construção dos navios petroleiros pelo Estaleiro Atlântico Sul.
Num discurso afinado, o governador afirmou que aquele era “um momento carregado de simbolismo e emoção para todos”. E era mesmo. Há 21 anos que não se construía um navio de grande porte no País. A partir desta semana, serão construídos em Suape 10 navios petroleiros Suezmax. Um investimento de R$ 1,2 bilhão do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef). O primeiro deles será entregue em abril de 2010.
“Pense num homem feliz. Sou eu hoje!”, disse um Lula sorridente. “O Estaleiro e a retomada da indústria naval são frutos da decisão do nosso Governo de não deixar a oportunidade que nos foi dada passar. Olhando da perspectiva só da Petrobrás, seria mais vantajoso, financeiramente, continuar usando navios de outros países. Mas o lucro para o Brasil como um todo é incomparável”, completou o Presidente.
Eduardo afirmou que o Estaleiro marca a mudança de perfil de um novo Nordeste, que “não mendiga mais e sim produz”. Por fim, lembrou que o grande desafio vencido pelo seu Governo era fazer com que os empregos gerados na fábrica de navios ficassem com os pernambucanos. “Muitos achavam isso impossível, mas conseguimos, junto com a equipe do Estaleiro, capacitar mais de 5.000 jovens da região. Mil e quatrocentos deles já estão trabalhando aqui e a partir de agora serão 200 entrando a cada mês”, garantiu. No total, o Atlântico Sul já conta com 3.300 funcionários.
Mércia Severo do Nascimento, soldadora, 24 anos, é um deles. “Este é um sonho que se torna realidade, uma oportunidade única para muitos de nós crescermos na vida e levar junto nossas famílias. Há dois anos eu era apenas uma dona de casa. Hoje sou uma metalúrgica, soldadora e vou construir navios que vão andar por todo o mundo”, falou, emocionada.
MORADIAS – Durante a solenidade, Eduardo Campos, o Presidente do Estaleiro, Paulo Hadadd, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho, assinaram um protocolo de intenções para a construção de 2.000 casas para que os trabalhadores de baixa renda que moram longe da fábrica possam morar.
Eduardo destacou que o Estaleiro não vai trazer mudanças profundas apenas na região de Suape. “Essas casas serão feitas de gesso. Gesso vindo do nosso Sertão do Araripe, microrregião mais pobre do Estado. É assim que deve ser. Nosso desafio agora é fazer com que os móveis dos navios sejam construídos no nosso pólo moveleiro”, enfatizou.
PRESENÇAS - Também participaram do evento, os ministros Dilma Roussef (Casa Civil), Edison Lobão (Minas e Energia), Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia), Patrus Ananias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, os deputados federais, Ana Arraes, Mauricio Rands, Fernando Filho e Inocêncio Oliveira e os secretários de estado, Fernando Bezerra Coelho (Desenvolvimento Econômico) e Waldemar Borges (Articulação Social).
Da Secretaria Especial de Imprensa/Governo de Pernambuco
Num discurso afinado, o governador afirmou que aquele era “um momento carregado de simbolismo e emoção para todos”. E era mesmo. Há 21 anos que não se construía um navio de grande porte no País. A partir desta semana, serão construídos em Suape 10 navios petroleiros Suezmax. Um investimento de R$ 1,2 bilhão do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef). O primeiro deles será entregue em abril de 2010.
“Pense num homem feliz. Sou eu hoje!”, disse um Lula sorridente. “O Estaleiro e a retomada da indústria naval são frutos da decisão do nosso Governo de não deixar a oportunidade que nos foi dada passar. Olhando da perspectiva só da Petrobrás, seria mais vantajoso, financeiramente, continuar usando navios de outros países. Mas o lucro para o Brasil como um todo é incomparável”, completou o Presidente.
Eduardo afirmou que o Estaleiro marca a mudança de perfil de um novo Nordeste, que “não mendiga mais e sim produz”. Por fim, lembrou que o grande desafio vencido pelo seu Governo era fazer com que os empregos gerados na fábrica de navios ficassem com os pernambucanos. “Muitos achavam isso impossível, mas conseguimos, junto com a equipe do Estaleiro, capacitar mais de 5.000 jovens da região. Mil e quatrocentos deles já estão trabalhando aqui e a partir de agora serão 200 entrando a cada mês”, garantiu. No total, o Atlântico Sul já conta com 3.300 funcionários.
Mércia Severo do Nascimento, soldadora, 24 anos, é um deles. “Este é um sonho que se torna realidade, uma oportunidade única para muitos de nós crescermos na vida e levar junto nossas famílias. Há dois anos eu era apenas uma dona de casa. Hoje sou uma metalúrgica, soldadora e vou construir navios que vão andar por todo o mundo”, falou, emocionada.
MORADIAS – Durante a solenidade, Eduardo Campos, o Presidente do Estaleiro, Paulo Hadadd, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho, assinaram um protocolo de intenções para a construção de 2.000 casas para que os trabalhadores de baixa renda que moram longe da fábrica possam morar.
Eduardo destacou que o Estaleiro não vai trazer mudanças profundas apenas na região de Suape. “Essas casas serão feitas de gesso. Gesso vindo do nosso Sertão do Araripe, microrregião mais pobre do Estado. É assim que deve ser. Nosso desafio agora é fazer com que os móveis dos navios sejam construídos no nosso pólo moveleiro”, enfatizou.
PRESENÇAS - Também participaram do evento, os ministros Dilma Roussef (Casa Civil), Edison Lobão (Minas e Energia), Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia), Patrus Ananias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, os deputados federais, Ana Arraes, Mauricio Rands, Fernando Filho e Inocêncio Oliveira e os secretários de estado, Fernando Bezerra Coelho (Desenvolvimento Econômico) e Waldemar Borges (Articulação Social).
Da Secretaria Especial de Imprensa/Governo de Pernambuco